Full Thread: Wake up!
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Old January 25th, 2011 #52
Nikolas Försberg
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Nikolas Försberg
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O que esta nos destruindo


Retirado do antigo site PRÓ-BRANCO



Por Gustavo Fortes

"A melhor forma de combater o inimigo é fazê-lo lutar contra si mesmo"

Imagine-se na seguinte situação:

Três da madrugada, o cheiro estranho, a claridade e o calor lhe faz despertar. Ao olhar pela janela e pelas brechas da porta você percebe que o condomínio está em chamas e que todos precisam ser despertados imediatamente. No entanto, você sabe que todos acordados e fugindo desesperadamente, ao mesmo tempo, poderia agravar a situação, uma tragédia maior seria provocada. Então você sai correndo de casa, deixa os familiares dormindo e corre para antes acorda todos os negros, injustiçados e menos favorecidos do condomínio. E somente depois de ter certeza que todos estes estão salvos, você volta para casa para alertar os familiares e promover a salvação deles. Tarde demais! O fogo consumiu tudo e todos. Pai, mãe, filhos, conjugue, animais de estimação, a casa, os pertences, as fotos, as lembranças... a história de uma família feliz terminou de uma maneira trágica. Ao lembra de todo o sofrimento deles, do pedido de ajuda que nunca foi correspondido, você entra em desespero. Então você se dá conta da besteira que fez. Que foi ingrato e injusto, que poderia tê-los salvo se tivesse feito a escolha certa, se tivesse ficado do lado correto. Afinal de contas, os que você salvou teriam feito isso, aliás, eles estavam fazendo, nem precisavam da sua ajuda... Ninguém racional e justo poderia lhe culpa de irresponsável e de ódio contra os vizinhos só porque você se preocupou primeiro com os seus entes queridos. Então por que você não fez os despertou a tempo deles se salvarem? Por que agiu tão irracionalmente? E agora, o que lhe resta se não apenas lamentar um erro que não poderá mais ser reparado?

Não, não se trata de um hipotético caso de negligencia misturada com uma pesada pitada de ingratidão. Trata-se de uma analogia simples e óbvia do que nos acontece hoje no país e o mundo. A nossa raça e o nosso povo estão sendo veementemente atacados por campanhas covardes de auto-ódio, autoculpa e racismo antibranco. Nossos irmãos de raça estão sendo encorajados, desde cedo, a renegar o seu povo, a sua cultura e história para abraçar a causa dos que se dizem historicamente injustiçados.

Branco bom e “anti-racistas” não se importa com a criança branca que ficou órfã, com o branco pobre que não vai entra na universidade, com o desempregado branco que tem uma família branca para sustentar, com o racismo contra os brancos e contra si mesmo. A criança negra órfã e faminta, o estudante negro que não está na universidade, o pobre desempregado que precisa dum programa de “diversidade racial” nas empresas deve ser beneficiado, mesmo que para isso um branco competente tenha que ir para a rua e sua família passe fome... Isso é importante para ele. A causa negra é mais importante, eles têm mais urgência. Branco politicamente correto tem que ser um traidor suicida compulsivo e paranóico, é o que eles acham e dizem. Basta ver que os a maioria dos ativistas negros são, na verdade, brancos.

Recentemente recebemos um e-mail muito interessante e um tanto quando atípico dos demais – que geralmente só nos critica e xinga de “nazistas”, “racistas”, “supremacistas” e outros “istas”. Uma visitante que se dizia branca, descendente de húngaros, e engajada em movimentos pró-negros. Mesmo conta a vontade da família e da lógica, ela virou uma “militante negra”. No entanto, disse já ter presenciado casos explícitos de racismo antibranco dentro da ONG negra que ela ajuda, onde ela mesma já foi vítima de tal racismo. O seu e-mail foi fechado com a injuriada pergunta “quem são os verdadeiros racistas?”.


Parece que todos os brancos foram manipulados. Uma lavagem cerebral coletiva foi realizada em larga escala. Os brancos correm cegamente para ajudar os negros a resolver seus problemas, mesmo sabendo que a obrigação e o comprometimento maior com a causa negra deveria ser meramente dos negros. Esquecem-se da sua família biológica e a deixa morrer, sem a despertá-la e ajudá-la a se salvar dessa catástrofe, enquanto há tempo. A falta de comprometimento e gratidão com a nossa raça, como o nosso povo, com a nossa causa. É isso que está nos destruindo.

Eu percebi algo, que muitos outros também perceberam: o Estado brasileiro cresceu demais. Não em território, nem em riquezas, mas sim na sua presença constante na vida dos cidadãos. O Estado quer ser soberano não apenas na sua magnitude como país, mas também soberano sobre todos os brasileiros, o pai moral dos habitantes, o censor do que é “errado” e entusiasta do que é “certo”.

E no Brasil, o racismo é coisa feia, é errado, é imoral. Mas não se especifica o que é racismo, nem o que é crime de racismo.

Um jovem de 20 anos está sendo julgado por ter cometido, cinco vezes, o crime de racismo e pode pegar de 2 a 5 prisão. Alguém me pergunta “ele bateu em alguém por ser de outra raça?”, “ele destratou um negro por ser negro?” ou “ele impediu alguma pessoa de fazer algo simplesmente pelo fato da mesma ser de outra raça?” e eu respondo: não! O jovem está sendo acusado de racismo porque disse por quatro vezes que “odiava pretos” em sua página do orkut – ele também disse que era racista mais uma vez, em um depoimento ao ministério público. São cinco acusações, uma por cada afirmação do jovem.

Mas eu gostaria de saber, contra quem foi perpetuado este crime? Contra os negros? Mas qual negro? Nenhum. Nenhum negro acusou o jovem de coisa alguma – quem o acusou foi o governo. Por ventura se alguém disser que ‘odeia gordos’, vai ser julgado e vai correr o risco de pegar cinco anos de prisão por que teria ofendido à todos os gordos? Percebam que o jovem não está em julgamento por ter praticado um mal à outra pessoa, muito menos por ter ofendido alguém – ele está sendo julgado pelo simples fato de ter uma opinião.

A Liberdade de Expressão (e eu uso letras maiúsculas porque acredito nela), que deveria ser direito de todos, só existe quando falamos o que o governo quer que digamos. Se estão a ponto de ceifar o direito de pensamento dos habitantes do país em nome da democracia, eu poderia dizer que nem a pior ditadura chegaria à tal ponto de hipocrisia e dissimulação. Se alguém com a mesma inspiração de George Orwell escrevesse um livro atual na mesma temática, poderia muito bem usar o Brasil ao invés da Oceania, o governo do PT como o IngSoc, e chamar o livro de “2005”, ao invés de “1984”.

Corto minha mão esquerda se aparecer algum grupo de direitos humanos defendendo este jovem acusado. Ele defendem estupradores, assassinos, ladrões, e todo o tipo de marginais – mas e o jovem branco que não fez mal à ninguém e vai ser preso? “Nã nã ni nã não”... essas ONG’s só defendem quem é canalha de verdade.

Obviamente que o jovem era branco – crimes de racismo sempre envolvem acusados brancos (às vezes tenho a impressão de que essa lei foi criada com esse intuito, porque não é possível que os brancos sejam os únicos a praticarem tais ações). Nem em mil anos que um índio seria condenado por dizer que, na sua opinião pessoal, ele não gosta de negros (desculpe, foi mal... “afro-descendente”). Essa pratica se restringe a nós, os euro-descendentes.