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Old January 21st, 2011 #42
Nikolas Försberg
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Nikolas Försberg
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Dr Albert Schweitzer, who spent most of his life in Africa, "uplifting" Negroes, received the Nobel Prize for Peace in 1952. He held several doctorate degrees. Shortly before his death, he said:

"I have given my life to alleviate the sufferings of Africa. There is something that all white men that have lived here must learn and know; that these individuals are a sub-race; they have neither the intellectual, mental or emotional abilities to equate or share in any of the functions of our civilization. I have given my life to try and bring them the advantages which our civilization must offer, but I have become well aware that we must retain this status; white, the superior, and they the inferior, for whenever a white man seeks to live among them as their equal, they will either destroy him or devour him, and they will destroy all his work; and so for any existing relationship or for any benefit to this people let white men from anywhere in the world who would come to help Africa remember that you must continually retain the status; you the master, and they inferior, like children that you would help or teach. Never fraternize with them as equals, never accept them as your social equals; or they will devour you; they will destroy you."
 
Old January 21st, 2011 #43
Ricardo Mendonça
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Dr Albert Schweitzer, who spent most of his life in Africa, "uplifting" Negroes, received the Nobel Prize for Peace in 1952. He held several doctorate degrees. Shortly before his death, he said:

"I have given my life to alleviate the sufferings of Africa. There is something that all white men that have lived here must learn and know; that these individuals are a sub-race; they have neither the intellectual, mental or emotional abilities to equate or share in any of the functions of our civilization. I have given my life to try and bring them the advantages which our civilization must offer, but I have become well aware that we must retain this status; white, the superior, and they the inferior, for whenever a white man seeks to live among them as their equal, they will either destroy him or devour him, and they will destroy all his work; and so for any existing relationship or for any benefit to this people let white men from anywhere in the world who would come to help Africa remember that you must continually retain the status; you the master, and they inferior, like children that you would help or teach. Never fraternize with them as equals, never accept them as your social equals; or they will devour you; they will destroy you."
Isto é da MÁXIMA importância! Amigo agradeço que disponibilizes assim que possível mais material sobre esta questão, fonte, leituras adicionais etc, etc,

Por favor, assim que puderes deixa aqui mais alguma coisa sobre o assunto
 
Old January 22nd, 2011 #44
Ricardo Mendonça
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Se está aqui!!! É porque tem de ser verdade! lol

Corri a internet toda para confirmar estas palavras, não foi fácil mas parece que mesmo com muita relutância mesmo os tipos do comboio arco-íris têm de admitir que o homem disse isso!

Procurei e procurei nos confins da internet, as palavras foram realmente ditas por ele e postas por escrito por ele, não há dúvidas, é monumental. As implicações destas palavras têm de ser percebidas. Conheçam a vida do Dr Albert, vejam quem foi o que fez, e vejam o que disse... Ajudou milhares de negros, dedicou a vida a ajudar africanos, a aliviar-lhes o sofrimento, mas disse isso, apesar disso e se calhar por isso ele realmente proferiu estas palavras. Por favor reflictamos sobre o que está aqui a ser-nos dito, pensemos nas consequências, nas implicações que isto tem para a forma como se deve ver a sociedade actual.

http://www.americancivilrightsreview...chweitzer.html
 
Old January 22nd, 2011 #45
Nikolas Försberg
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Video sobre o assasinato de Channon Christian e Christopher Newsom

Channon and Chris
001
Fonte dos Arquivos de Midia
Mais informações sobre esse caso e outros casos aqui.
Download de ebook"The Color of Crime" (Inglês)
 
Old January 22nd, 2011 #46
Ricardo Mendonça
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Dr Albert Schweitzer, who spent most of his life in Africa, "uplifting" Negroes, received the Nobel Prize for Peace in 1952. He held several doctorate degrees. Shortly before his death, he said:

"I have given my life to alleviate the sufferings of Africa. There is something that all white men that have lived here must learn and know; that these individuals are a sub-race; they have neither the intellectual, mental or emotional abilities to equate or share in any of the functions of our civilization. I have given my life to try and bring them the advantages which our civilization must offer, but I have become well aware that we must retain this status; white, the superior, and they the inferior, for whenever a white man seeks to live among them as their equal, they will either destroy him or devour him, and they will destroy all his work; and so for any existing relationship or for any benefit to this people let white men from anywhere in the world who would come to help Africa remember that you must continually retain the status; you the master, and they inferior, like children that you would help or teach. Never fraternize with them as equals, never accept them as your social equals; or they will devour you; they will destroy you."
O Dr Albert Schweitzer, que passou a maior parte da sua vida em Africa, a auxiliar Negros, que recebeu o prémio Nobel da paz em 1952, detentor de inúmeros doutoramentos, disse, pouco antes da sua morte:

"Dediquei a minha vida ao alívio do sofrimento em África.

Existe algo que todos os homens brancos que aqui viveram já devem saber e conhecer; que estes indivíduos são uma raça inferior.

Não têm as habilidades, nem intelectuais, nem mentais, nem emocionais, para conceber ou partilhar nenhum dos meios de funcionamento da nossa civilização.

Eu dei a minha vida a tentar trazer-lhes a vantagens que a nossa civilização tem para oferecer, no entanto fiquei bem ciente de que devemos manter este estatuto; brancos, os superiores, e eles, os inferiores. Pois sempre que um homem branco procura viver entre eles como um seu igual, eles irão ou destruí-lo ou devorá-lo, e ainda destruir todo o seu labor.

Desta forma e para que a existência de uma qualquer relação seja possível e para o próprio benefício desta gente, que os homens brancos que de qualquer parte do Mundo que venham a África com o intuito de ajudar se lembrem, que devem sempre preservar o referido estatuto; vós sois os Mestres, e eles os inferiores, como crianças que vós ajudais ou ensinais. Nunca fraternizeis com eles como iguais, nunca os aceiteis como vossos iguais sociais; ou eles devorar-vos-ão, eles destruir-vos-ão."

Tradução por aki Mendonça
 
Old January 22nd, 2011 #47
Nikolas Försberg
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Originally Posted by Ricardo Mendonça View Post
O Dr Albert Schweitzer, que passou a maior parte da sua vida em Africa, a auxiliar Negros, e que recebeu o prémio Nobel da paz em 1952. Detentor de inúmeros doutoramentos. Disse, pouco antes da sua morte:

"Dediquei a minha vida ao alívio do sofrimento em África.

Existe algo que todos os homens brancos que aqui viveram já devem saber e conhecer; que estes indivíduos são uma raça inferior.

Não têm as habilidades, nem intelectuais, nem mentais, nem emocionais, para conceber ou partilhar nenhum dos meios de funcionamento da nossa civilização.

Eu dei a minha vida a tentar trazer-lhes a vantagens que a nossa civilização tem para oferecer, no entanto fiquei bem ciente de que devemos manter este estatuto; brancos, os superiores, e eles, os inferiores. Pois sempre que um homem branco procura viver entre eles como um seu igual, eles irão ou destruí-lo ou devorá-lo, e ainda destruir todo o seu labor.

Desta forma e para que a existência de uma qualquer relação seja possível e para o próprio benefício desta gente, que os homens brancos que de qualquer parte do Mundo que venham a África com o intuito de ajudar se lembrem, que devem sempre preservar o referido estatuto; vós sois os Mestres, e eles os inferiores, como crianças que vós ajudais ou ensinais. Nunca fraternizeis com eles como iguais, nunca os aceiteis como vossos iguais sociais; ou eles devorar-vos-ão, eles destruir-vos-ão."

Tradução por aki Mendonça
Ótimo ter traduzido!
Ótimo mesmo!
Artigo sobre
Albert_Schweitzer Albert_Schweitzer
.
 
Old January 23rd, 2011 #48
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No tópico In memory of the victims of the undeclared war on our people que esta postado no Stormfront, mostra as vitimas brancas mortas por não-brancos. A vitimas são mulheres, crianças, homens, adolecentes e idosos... (todos brancos).

Alguém já ouviu falar Kayla Rolland?


Então vejam o artigo O Assasinato de Kayla escrito pelo Dr.Wlliam Pierce.

No tópico In memory of the victims of the undeclared war on our people vocês poderão vêr centenas de casos como esse, onde a midía mostra muito sobre as vitimas brancas mas tenta esconder a cara dos assasinos não-brancos.


Alguém já ouviu falar em Samantha Runnion, 5 de idade. que foi estuprada e morta por um mestiço?
Veja alguns detalhes aqui.

A verdade é essa...
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O Dr Albert Schweitzer, que passou a maior parte da sua vida em Africa, a auxiliar Negros, e que recebeu o prémio Nobel da paz em 1952. Detentor de inúmeros doutoramentos. Disse, pouco antes da sua morte:

"Dediquei a minha vida ao alívio do sofrimento em África.

Existe algo que todos os homens brancos que aqui viveram já devem saber e conhecer; que estes indivíduos são uma raça inferior.

Não têm as habilidades, nem intelectuais, nem mentais, nem emocionais, para conceber ou partilhar nenhum dos meios de funcionamento da nossa civilização.

Eu dei a minha vida a tentar trazer-lhes a vantagens que a nossa civilização tem para oferecer, no entanto fiquei bem ciente de que devemos manter este estatuto; brancos, os superiores, e eles, os inferiores. Pois sempre que um homem branco procura viver entre eles como um seu igual, eles irão ou destruí-lo ou devorá-lo, e ainda destruir todo o seu labor.

Desta forma e para que a existência de uma qualquer relação seja possível e para o próprio benefício desta gente, que os homens brancos que de qualquer parte do Mundo que venham a África com o intuito de ajudar se lembrem, que devem sempre preservar o referido estatuto; vós sois os Mestres, e eles os inferiores, como crianças que vós ajudais ou ensinais. Nunca fraternizeis com eles como iguais, nunca os aceiteis como vossos iguais sociais; ou eles devorar-vos-ão, eles destruir-vos-ão."

Tradução por aki Mendonça
 
Old January 23rd, 2011 #49
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Aviso aos usuários do VNN Brasil e Portugal


Para o melhor entendimento do material exposto no tópico Wake Up alguns videos irão receber legendas em português e para os outros videos serão feitos um resumo explicativo em texto.
Tentaremos fazer a tradução de todo o material exposto no tópico Wake Up.

Um grande abraço a todos!

Obs: Será um trabalho difícil e demorado, por isso se mais alguém quiser e puder ajudar entre em contato comigo ou com o Aki (Ricardo Mendonça).
Toda ajuda será bem vinda!!!
 
Old January 23rd, 2011 #50
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Que estas palavras abençoadas do Dr.Schweitzer nos inspirem sempre mais em nossas ideias e ações.
 
Old January 24th, 2011 #51
Nikolas Försberg
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Mudanças na demografia mundial - Risco de extinção para os povos europeus

Idioma: Português
 
Old January 25th, 2011 #52
Nikolas Försberg
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O que esta nos destruindo


Retirado do antigo site PRÓ-BRANCO



Por Gustavo Fortes

"A melhor forma de combater o inimigo é fazê-lo lutar contra si mesmo"

Imagine-se na seguinte situação:

Três da madrugada, o cheiro estranho, a claridade e o calor lhe faz despertar. Ao olhar pela janela e pelas brechas da porta você percebe que o condomínio está em chamas e que todos precisam ser despertados imediatamente. No entanto, você sabe que todos acordados e fugindo desesperadamente, ao mesmo tempo, poderia agravar a situação, uma tragédia maior seria provocada. Então você sai correndo de casa, deixa os familiares dormindo e corre para antes acorda todos os negros, injustiçados e menos favorecidos do condomínio. E somente depois de ter certeza que todos estes estão salvos, você volta para casa para alertar os familiares e promover a salvação deles. Tarde demais! O fogo consumiu tudo e todos. Pai, mãe, filhos, conjugue, animais de estimação, a casa, os pertences, as fotos, as lembranças... a história de uma família feliz terminou de uma maneira trágica. Ao lembra de todo o sofrimento deles, do pedido de ajuda que nunca foi correspondido, você entra em desespero. Então você se dá conta da besteira que fez. Que foi ingrato e injusto, que poderia tê-los salvo se tivesse feito a escolha certa, se tivesse ficado do lado correto. Afinal de contas, os que você salvou teriam feito isso, aliás, eles estavam fazendo, nem precisavam da sua ajuda... Ninguém racional e justo poderia lhe culpa de irresponsável e de ódio contra os vizinhos só porque você se preocupou primeiro com os seus entes queridos. Então por que você não fez os despertou a tempo deles se salvarem? Por que agiu tão irracionalmente? E agora, o que lhe resta se não apenas lamentar um erro que não poderá mais ser reparado?

Não, não se trata de um hipotético caso de negligencia misturada com uma pesada pitada de ingratidão. Trata-se de uma analogia simples e óbvia do que nos acontece hoje no país e o mundo. A nossa raça e o nosso povo estão sendo veementemente atacados por campanhas covardes de auto-ódio, autoculpa e racismo antibranco. Nossos irmãos de raça estão sendo encorajados, desde cedo, a renegar o seu povo, a sua cultura e história para abraçar a causa dos que se dizem historicamente injustiçados.

Branco bom e “anti-racistas” não se importa com a criança branca que ficou órfã, com o branco pobre que não vai entra na universidade, com o desempregado branco que tem uma família branca para sustentar, com o racismo contra os brancos e contra si mesmo. A criança negra órfã e faminta, o estudante negro que não está na universidade, o pobre desempregado que precisa dum programa de “diversidade racial” nas empresas deve ser beneficiado, mesmo que para isso um branco competente tenha que ir para a rua e sua família passe fome... Isso é importante para ele. A causa negra é mais importante, eles têm mais urgência. Branco politicamente correto tem que ser um traidor suicida compulsivo e paranóico, é o que eles acham e dizem. Basta ver que os a maioria dos ativistas negros são, na verdade, brancos.

Recentemente recebemos um e-mail muito interessante e um tanto quando atípico dos demais – que geralmente só nos critica e xinga de “nazistas”, “racistas”, “supremacistas” e outros “istas”. Uma visitante que se dizia branca, descendente de húngaros, e engajada em movimentos pró-negros. Mesmo conta a vontade da família e da lógica, ela virou uma “militante negra”. No entanto, disse já ter presenciado casos explícitos de racismo antibranco dentro da ONG negra que ela ajuda, onde ela mesma já foi vítima de tal racismo. O seu e-mail foi fechado com a injuriada pergunta “quem são os verdadeiros racistas?”.


Parece que todos os brancos foram manipulados. Uma lavagem cerebral coletiva foi realizada em larga escala. Os brancos correm cegamente para ajudar os negros a resolver seus problemas, mesmo sabendo que a obrigação e o comprometimento maior com a causa negra deveria ser meramente dos negros. Esquecem-se da sua família biológica e a deixa morrer, sem a despertá-la e ajudá-la a se salvar dessa catástrofe, enquanto há tempo. A falta de comprometimento e gratidão com a nossa raça, como o nosso povo, com a nossa causa. É isso que está nos destruindo.

Eu percebi algo, que muitos outros também perceberam: o Estado brasileiro cresceu demais. Não em território, nem em riquezas, mas sim na sua presença constante na vida dos cidadãos. O Estado quer ser soberano não apenas na sua magnitude como país, mas também soberano sobre todos os brasileiros, o pai moral dos habitantes, o censor do que é “errado” e entusiasta do que é “certo”.

E no Brasil, o racismo é coisa feia, é errado, é imoral. Mas não se especifica o que é racismo, nem o que é crime de racismo.

Um jovem de 20 anos está sendo julgado por ter cometido, cinco vezes, o crime de racismo e pode pegar de 2 a 5 prisão. Alguém me pergunta “ele bateu em alguém por ser de outra raça?”, “ele destratou um negro por ser negro?” ou “ele impediu alguma pessoa de fazer algo simplesmente pelo fato da mesma ser de outra raça?” e eu respondo: não! O jovem está sendo acusado de racismo porque disse por quatro vezes que “odiava pretos” em sua página do orkut – ele também disse que era racista mais uma vez, em um depoimento ao ministério público. São cinco acusações, uma por cada afirmação do jovem.

Mas eu gostaria de saber, contra quem foi perpetuado este crime? Contra os negros? Mas qual negro? Nenhum. Nenhum negro acusou o jovem de coisa alguma – quem o acusou foi o governo. Por ventura se alguém disser que ‘odeia gordos’, vai ser julgado e vai correr o risco de pegar cinco anos de prisão por que teria ofendido à todos os gordos? Percebam que o jovem não está em julgamento por ter praticado um mal à outra pessoa, muito menos por ter ofendido alguém – ele está sendo julgado pelo simples fato de ter uma opinião.

A Liberdade de Expressão (e eu uso letras maiúsculas porque acredito nela), que deveria ser direito de todos, só existe quando falamos o que o governo quer que digamos. Se estão a ponto de ceifar o direito de pensamento dos habitantes do país em nome da democracia, eu poderia dizer que nem a pior ditadura chegaria à tal ponto de hipocrisia e dissimulação. Se alguém com a mesma inspiração de George Orwell escrevesse um livro atual na mesma temática, poderia muito bem usar o Brasil ao invés da Oceania, o governo do PT como o IngSoc, e chamar o livro de “2005”, ao invés de “1984”.

Corto minha mão esquerda se aparecer algum grupo de direitos humanos defendendo este jovem acusado. Ele defendem estupradores, assassinos, ladrões, e todo o tipo de marginais – mas e o jovem branco que não fez mal à ninguém e vai ser preso? “Nã nã ni nã não”... essas ONG’s só defendem quem é canalha de verdade.

Obviamente que o jovem era branco – crimes de racismo sempre envolvem acusados brancos (às vezes tenho a impressão de que essa lei foi criada com esse intuito, porque não é possível que os brancos sejam os únicos a praticarem tais ações). Nem em mil anos que um índio seria condenado por dizer que, na sua opinião pessoal, ele não gosta de negros (desculpe, foi mal... “afro-descendente”). Essa pratica se restringe a nós, os euro-descendentes.
 
Old January 26th, 2011 #53
Lutador Branco
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Meus parabéns ao Sr.Fortes por este brilhante texto, e obrigado, Camarada Nikolas, por tê-lo postado aqui!

Só quero lembrar que a maioria, em quantidade mesmo, dos ativistas negros oficiais, hoje, é composta de pretos e pardos mesmo, embora saibamos que existe sim uma grande quantidade de traidores Brancos que também estão na militância negra, direta ou indiretamente, que são os malditos "politicamente corretos", ou interesseiros; estes tornam-se negros por sua atitude.

Destaco aqui os pontos do brilhante texto do sr.Fortes que mais apreciei:

"E no Brasil, o racismo é coisa feia, é errado, é imoral. Mas não se especifica o que é racismo, nem o que é crime de racismo.

Um jovem de 20 anos está sendo julgado por ter cometido, cinco vezes, o crime de racismo e pode pegar de 2 a 5 prisão. Alguém me pergunta “ele bateu em alguém por ser de outra raça?”, “ele destratou um negro por ser negro?” ou “ele impediu alguma pessoa de fazer algo simplesmente pelo fato da mesma ser de outra raça?” e eu respondo: não! O jovem está sendo acusado de racismo porque disse por quatro vezes que “odiava pretos” em sua página do orkut – ele também disse que era racista mais uma vez, em um depoimento ao ministério público. São cinco acusações, uma por cada afirmação do jovem."

"Percebam que o jovem não está em julgamento por ter praticado um mal à outra pessoa, muito menos por ter ofendido alguém – ele está sendo julgado pelo simples fato de ter uma opinião."

"A Liberdade de Expressão (e eu uso letras maiúsculas porque acredito nela), que deveria ser direito de todos, só existe quando falamos o que o governo quer que digamos."



"Obviamente que o jovem era branco – crimes de racismo sempre envolvem acusados brancos (às vezes tenho a impressão de que essa lei foi criada com esse intuito, porque não é possível que os brancos sejam os únicos a praticarem tais ações). Nem em mil anos que um índio seria condenado por dizer que, na sua opinião pessoal, ele não gosta de negros (desculpe, foi mal... “afro-descendente”). Essa pratica se restringe a nós, os euro-descendentes."
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Old January 26th, 2011 #54
Abruzzo
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Nikolas, também li este excelente texto num post seu no SF pelo wdd. Mas carece a fonte. Gostaria muito de saber de qual site ou blog ele vem.
Obrigado.
 
Old January 26th, 2011 #55
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Originally Posted by Lutador Branco View Post
"Percebam que o jovem não está em julgamento por ter praticado um mal à outra pessoa, muito menos por ter ofendido alguém – ele está sendo julgado pelo simples fato de ter uma opinião."
Amigo Lutador Branco, tenho certeza que você irá se lembrar das seguintes palavras:

Dizer que você opera de maneira totalmente legal não significa nada aos seus opressores.
Se você tiver uma carreira de sucesso, o Calcanhar de Ferro ou outros grupos finalmente o destruirão não pelo que você faz, mas pelo que pensa. Eu vi isso acontecer de novo e novamente.

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Originally Posted by Cabo USB View Post
Nikolas, também li este excelente texto num post seu no SF pelo wdd. Mas carece a fonte. Gostaria muito de saber de qual site ou blog ele vem.
Obrigado.
Eu citei a fonte, é o site PRÓ-BRANCO, só que ele não esta mais no ar há anos.
 
Old January 26th, 2011 #56
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1. O mito do “berço de ouro”

O primeiro mito específico do racismo anti-branco é o mito do “berço de ouro”. Este mito consiste na crença de que ter nascido branco constitui uma vantagem inata em todos os domínios da vida, quer sejam privados ou profissionais. Devido à sua cor de pele, os brancos teriam direito a todo o tipo de vantagens que lhes garantiriam uma existência fácil. Decorre, no espírito do racista que adere a esta crença, que uma pessoa de tipo europeu não poderá jamais comungar dos mesmos sentimentos nutridos por um ser humano que pertence a um outro grupo étnico. Este mito contém a sua própria negação: prova pela sua própria existência que os brancos podem ser vítimas de preconceitos racistas. O desemprego, a doença, a morte, a depressão, o luto, o racismo são dramas e dificuldades que os brancos sentem de maneira igualmente aguda e de modo tão frequente como os outros seres humanos. Ter nascido branco não é um seguro ou uma protecção contra as dificuldades da vida: a maior parte dos brancos não nascem ricos, bonitos e famosos. Declarar que ser branco é gozar de um privilégio inato, é negar a plena humanidade aos que assim nasceram.

2. O mito da superioridade branca

O discurso sobre o mito da superioridade branca consiste, para os outros grupos étnicos, em tomar os brancos como bodes expiatórios dos seus falhanços. O mito da superioridade branca consiste em atribuir aos brancos a responsabilidade por todos os problemas possíveis e imagináveis que afligem um indivíduo pertencente a uma minoria étnica no seio dum povo branco e da nação que é o reflexo das suas aspirações e das suas capacidades, ou inversamente pertencente a uma maioria étnica num país onde habita uma minoria branca. A crença na superioridade branca atribui aos brancos intenções sistematicamente maliciosas em relação aos outros grupos étnicos. Assim, qualquer problema não resolvido por estes povos ou por estas comunidades será considerado como o resultado da má vontade dos brancos. Na realidade, não existe uma fatalidade que leve a que qualquer grupo étnico em contacto com brancos esteja condenado sistematicamente ao falhanço e a ser dominado por estes: hoje, o Japão e a Coreia do Sul são respectivamente a segunda e décima potências económicas mundiais, o que os coloca à frente de numerosos povos brancos. Nestes dois casos ninguém sugere atribuir o mérito do sucesso destes povos aos brancos…

3. O mito do racismo específico

Para as pessoas que crêem no racismo específico do homem branco, os brancos serão sempre racistas por natureza. O racismo dos brancos é mais importante quantitativa e qualitativamente que o dos outros povos. Aderir ao mito do racismo específico do homem branco, é demonstrar preconceitos racistas em relação aos indivíduos de tipo europeu. O racismo manifestado por certos brancos não é nem pior, nem mais frequente que o dos indivíduos pertencentes a outros povos. Contudo, ele é muito mais documentado e mais frequentemente denunciado pelos meios de comunicação.

4. O mito da irracionalidade dos brancos

O mito da irracionalidade dos brancos é a crença segundo a qual qualquer conflito, qualquer tensão ou qualquer desacordo que possa emergir entre brancos e outros grupos étnicos não pode senão ter origem num comportamento irracional das populações europeias (por exemplo, o “sentimento de insegurança” imputável à “xenofobia” das populações brancas). Na realidade, o ressentimento ou a hostilidade dos brancos no que diz respeito aos outros grupos étnicos ou em relação a alguns dos seus membros podem ser perfeitamente justificados. Com efeito, de maneira colectiva ou individual, os membros dos outros grupos étnicos podem adoptar um comportamento, fazer opções políticas ou ter um discurso que é – directa ou indirectamente – preconceituoso em relação aos brancos. Estes preconceitos podem ser de natureza política, social, identitária ou física. Em situações de conflitos ou de tensão inter-étnicas, a apresentação do comportamento de indivíduos ou de populações brancas como unilateralmente racistas, xenófobos, sem fundamento e meramente irracionais deverão ser sempre acolhidos com cepticismo.

5. O grande preconceito

Quando um conflito opõe um(a) branco(a) a uma pessoa pertencente a um outro grupo étnico é sempre o(a) branco(a) que é o(a) agressor(a) racista, e a pessoa pertencente a um outro grupo étnico é sempre a vítima de racismo.

Racismo Anti-Branco (MITOS E PRECONCEITOS)
 
Old January 26th, 2011 #57
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Nas camisas escrito: "Por favor não me mate! Sou turista, não sou um Boer!"

http://afrikaner-genocide-achives.blogspot.com/
 
Old January 28th, 2011 #59
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Eis mais um vídeo da nossa seção "Delícias do Multiculturalismo".
O vídeo abaixo foi gravado na Hungria por um grupo de saudáveis jovens ciganos que, todos juntos, cada um à sua vez, interagem multiculturalmente em jovial brincadeira com uma moça húngara isolada, até esta ficar a sangrar.

Aproveitem, leitores, que este vídeo não será mostrado pela Globo, Record, Band, SBT ou por qualquer outro canal televisivo que representa a mídia amestrada, a menos, bem entendido, que a situação seja inversa e os "brincalhões" sejam um grupo de skinheads brancos a interagir multiculturalmente com um pobre ciganinho injustiçado.

"Delícias do Multiculturalismo III (VIDEO)"


O vídeo abaixo, captado pelo sistema de vigilância de um ônibus de Paris, mostra um jovem branco sendo roubado e espancado por um grupo formado por jovens de pele morena, frutos da terceira geração de imigrantes na França. São seis minutos de violência gratuita e covarde, nos quais sobram socos e pontapés para outros passageiros que tentam acalmar a situação.
O governo francês abriu uma investigação para descobrir quem foi o responsável por divulgar as imagens. Um policial foi detido, mas liberado logo depois.
O vídeo completo está sendo retirado sistematicamente do YouTube a cada vez que é postado. Um provedor russo está disponibilizando o vídeo completo e com o áudio revelador, que deixa no ar o “francês de merda” que um dos agressores grita enquanto esmurra, pela vigésima vez, o rapaz branco.

"Delícias do Multiculturalismo II" (VIDEO)

O vídeo abaixo mostra um grupo de negros espancando repetida e violentamente um branco, até este ficar inconsciente e precisar de cirurgia facial. O caso passou-se numa estação de trens na Austrália e foi filmado pelas câmaras de vigilância.
Esse caso passou praticamente desapercebido pela mídia amestrada, contudo se fosse um grupo de brancos espancando um negro isso seria noticiado à exaustão, aliás, à náusea.

"Delícias do Multiculturalismo" (VIDEO)
 
Old January 29th, 2011 #60
Nikolas Försberg
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Nikolas Försberg
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Peço aos irmãos portugueses que após assistir esse video digam se realmente devemos ter pena dos pretos (e todos os não-brancos)?
Eles - (não-brancos) - tem pena de nós?
Então porque temos que ter penas deles?
 
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