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Old February 13th, 2011 #81
gislei cesar
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Originally Posted by Cabo USB View Post
Na verdade não eram punks, ou anarcos ou qualquer lixo social que conhecemos no Brasil. Eram apenas jovens pretos arruaceiros. "Punk" também significa uma gíria em inglês para "jovem idiota", "adolescente imbecil"...
Deve ser um erro de interpretação.
Coloquei exatamente como encontrei o titulo sem distorcer nada, se a interpretação foi nula não foi da minha parte.Existe outras definições p/punk = lixo .
 
Old February 14th, 2011 #82
Nikolas Försberg
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Nikolas Försberg
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O caso Nicole Brown Simpsom



Depois de postar o caso de Katie Piper aqui no "Wake Up" eu decidi postar o caso de Nicole Brown Simpsom, vitima do criolo O J Simpsom.
Que sirva de alerta - mais um alerta - para as mulheres brancas...

O J Simpsom



Orenthal James Simpson,(9 de julho de 1947), mais conhecido como O. J. Simpson ou pelo apelido "The Juice", é um ex-jogador de futebol americano e ator.

Em 1994 foi acusado do assassinato de sua ex-mulher Nicole Brown e de seu amigo Ronald Goldman. Foi absolvido após um longo julgamento, que recebeu grande destaque na mídia.

Em setembro de 2007, voltou a ter problemas com a lei após ser preso em Las Vegas, Nevada, e posteriormente acusado de diversos crimes, entre eles assalto à mão armada, sequestro e formação de quadrilha. Em 3 de outubro de 2008 foi considerado culpado de todas as acusações, permanecendo detido no Clark County Detention Center enquanto aguardava a promulgação da sentença, marcada para 5 de dezembro de 2008. Julgado culpado, foi condenado a um total de 33 anos de prisão, sendo 15 anos por sequestro, 6 anos por porte de arma durante o crime e 12 anos por roubo.

Nicole e o criolo


Esta é Nicole antes de se envolver com o criolo...


Ela depois de ser agredida pelo criolo...


Esta é Nicole depois do criolo matar ela...







A outra vitima do criolo...




PS: Tive que postar novamente as fotos já que de uma "forma misteriosa e judaica" as fotos foram removidas do servidor. Mas de qualquer forma eu salvei todas as fotos para caso sejam removidas novamente.
Esse "problema" acabou me fornecendo mais um material, pois aqui encontra-se a autópsia de Nicole, quem quiser lêr o relatório do legista e vêr a brutalidade na qual ela foi assassinada pelo Criolo O J Simpson.
As fotos removidas de Nicole e da outra vitima do criolo podem ser vistas aqui.


Traidores/traidoras raciais sempre tem esse final nas mãos dos seus parceiros não-brancos...
Entenderam ou querem que eu desenhe para vocês entender?

Não vou dizer que lamento por ela, eu acredito que ela não merecia isso, mas ela mesmo procurou isso para ela com as próprias mãos.
Fica aqui o alerta para os homens brancos e para as mulheres brancas... NÃO SE ENVOLVAM COM NÃO-BRANCOS.
 
Old February 14th, 2011 #83
Ricardo Mendonça
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Isto não é uma coincidência, existe realmente um padrão de agressividade e violência no seio destes casais multiraciais em que o homem é o preto e a mulher branca.

Estes exemplos servem como ilustração de uma situação, denunciam um padrão é uma realidade que relções entre negros e brancas possuem um historial de violência completamente desproporcional aos números.
 
Old February 14th, 2011 #84
Nikolas Försberg
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Originally Posted by Ricardo Mendonça View Post
Isto não é uma coincidência, existe realmente um padrão de agressividade e violência no seio destes casais multiraciais em que o homem é o preto e a mulher branca.
Não só onde o homem é negro e a mulher é branca, mas também quando a mulher é negra e o homem é branco... isso é algo extremamente comum.

Conheço casos em vários países, incluisve no Brasil de mulheres não-brancas contratarem assassinos de aluguel para matarem os maridos para ficar com os bens materiais, casos onde as mulheres não-brancas matam o marido com a ajuda dos amantes delas.

Tudo na vida de um casal formado por brancos (ambos os sexos) e não-brancos (ambos os sexos) é uma desgraça desde o início, até literalmente o fim.

Nesse caso a mestiça havia contratado um pistoleiro para matar o marido... só não matou porque na realidade o matador era um policial disfarçado.

Foto da mestiça que contratou um pistoleiro para matar o marido.


Quote:
Estes exemplos servem como ilustração de uma situação, denunciam um padrão é uma realidade que relções entre negros e brancas possuem um historial de violência completamente desproporcional aos números.
Eu tive acesso a pouco tempo há um relatório do FBI onde mostrava que os pretos e não-brancos cometem a maioria esmagadora de crimes contra os brancos, em relação dos crimes dos brancos contra os negros e não-brancos.
No mesmo relatório mostrava que as mortes de pretos e não-brancos são cometidas na grande maioria (esmagadora) pelos próprios pretos e não-brancos.

Eu havia postado o link do tópico em inglês Em Memória Das Vitimas Da Guerra Não-Declarada Contra Nosso Povo e eu estou postando novamente aqui o link para que todos possam ter acesso ao material deste tópico importantissímo.

É a realidade nua e crua, a realidade é dura, mas é a verdade...
Por isso, ABRAM OS OLHOS ENQUANTO AINDA HÁ TEMPO!

Se possível divulguem o material disponibilizado no tópico Wake Up para seus camaradas e conhecidos, é de extrema importância que esse material esteja acessível para todas as pessoas.

Eu deixo aqui também os links de dois videos que constam aqui no Wake Up para que possam assitir.

Video 1 - jew inspired race war...it's here
Video 2 - Europe in 2029


Aproveitando um pouco mais o espaço deste post, ao invés de fazer outro post eu seguirei com um video de uma garota branca de 15 anos que foi atacada, roubada e agredida por imigrantes marroquinos.
Só não me venham com esse papo de que "estavam brincando" e que são "adolecentes inocentes" porque isso não cola mais.
 
Old February 15th, 2011 #85
Nikolas Försberg
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O caso Emily Elizabeth Haddock


Elizabeth, 11 anos de idade, teve a casa invadida por criolos e foi brutalmente assassinada por eles.


Emily Elizabeth Haddock

Moore County Authorities Investigate Girl's Murder

Quote:
Autoridades se recusaram a dizer como a menina foi morta, mas descreveu o interior da casa como "uma cena brutal."
Porque será que as "autoridades" se recusaram dizer como ela foi morta?
Será porque existem as suspeitas dela ter sido estuprada antes de ser morta?
Será porque os marginais que fizeram isso com ela são pretos? (querem esconder o fato deles serem pretos porque?)

Quote:
Os investigadores passaram o dia e parte da noite coletando provas. O corpo da criança foi enviado para Chapel Hill para uma autópsia e os resultados preliminares são esperados para serem concluídos neste sábado.

Foto de Elizabeth e dos criolos que mataram ela.





Eu consegui algumas fotos da cena do crime e de Elizabeth morta, mas eu decidi NÃO postar isso aqui por tratar-se de uma menor de idade e por serem brutais demais as fotos.


Mais informações em The Color Of Crime.
 
Old February 15th, 2011 #86
Nikolas Försberg
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Nikolas Försberg
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Após uma longa conversa com um camarada sobre o tópico Wake Up, cheguei a seguinte conclusão: Vou falar sobre alguns casos do Brasil aqui no Wake Up.
Peço que os camaradas portugueses se possível ajudem postando casos sobre violência brutal contra brancos em Portugal aqui no Wake Up.

O Caso Cara Marie Burke
(mais uma traidora racial)



Estudante inglesa é esquartejada pelo namorado em Goiânia, diz polícia

Cara Marie Burke, 17 anos, foi morta no último fim de semana.
Rapaz foi preso nesta quinta-feira e tinha fotos das partes do corpo da jovem no celular.

À polícia, o goiano teria dito ainda que esquartejou o corpo da jovem somente no dia seguinte, após voltar de uma festa. A polícia encontrou imagens do corpo esquartejado no celular dele.

O rapaz indicou à polícia onde estão as outras partes do corpo da estudante inglesa. Os bombeiros estão fazendo buscas no local e a polícia científica está no apartamento do suspeito.

Cabeça de inglesa esquartejada é encontrada em Goiás, afirma delegado

Cara antes de conhecer o mestiço arabóide marrom...


Cara depois de se envolver com o mestiço arabóide marrom...


Cabeça de Cara é encontrada em lagoa


Foto do mestiço "narigudo" arabóide marrom...



O Caso João Hélio


O Caso João Hélio foi o crime ocorrido na noite de 7 de fevereiro de 2007, quando João Hélio Fernandes Vieites (Rio de Janeiro, 18 de março de 2000 — Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2007) foi assassinado após um assalto. João Hélio tinha seis anos de idade quando foi vítima da violência na cidade do Rio de Janeiro.



João Hélio era estudante da pré-escola particular Crianças & Cia, onde cursava o primeiro ano do Ensino Fundamental. Eram os pais: Rosa Cristina Fernandes Vieites e Elson Lopes Vieites. O garoto ficou conhecido em todo o Brasil no dia 8 de fevereiro, após sua morte traumática na noite do dia anterior, quando o carro em que ele estava com a mãe foi assaltado. Os assaltantes arrastaram o menino preso ao cinto de segurança pelo lado de fora do veículo.

O que seria mais um assalto a carro no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, transformou-se em uma tragédia que abalou o país. Naquela noite do dia 7 de fevereiro, por volta das 21h30min de uma quarta-feira, Rosa Cristina Fernandes voltava para casa com os filhos Aline Fernandes (de 13 anos) e João Hélio (de 6 anos). Eventualmente ela parou no semáforo, quando três homens armados, fazendo uso de duas armas, a abordaram dando ordem para que eles saíssem do veículo.

O assalto ocorreu na rua João Vicente, próximo à Praça do Patriarca, em Oswaldo Cruz, Zona Norte. A mãe do menino, Rosa Fernandes, foi rendida ao volante do Corsa Sedan, placa KUN 6481. No interior do veículo estavam uma amiga da família e o filho João Hélio no banco traseiro e a filha adolescente viajava ao lado da mãe no banco dianteiro direito, que no momento do assalto conseguiram abandonar o carro, porém, Rosa havia avisado aos assaltantes que João Hélio não havia conseguido se soltar do cinto de segurança. Presa ao cinto de segurança, a criança não conseguiu sair. Um dos assaltantes bateu a porta e os bandidos arrancaram com o veículo em alta velocidade. Com o menino preso pelo lado de fora do veículo, os assaltantes o arrastaram por sete quilômetros, passando pelos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura.

Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ironizaram dizendo que "o que estava sendo arrastado não era uma criança, mas um mero boneco de Judas", e continuaram a fuga arrastando o corpo do menino pelo asfalto.

Segundo testemunhas, moradores gritavam desesperados ao ver a criança sendo arrastada pelas ruas. Os criminosos abandonaram o carro com o corpo do menino pendurado do lado de fora, com o crânio esfacelado, na rua Caiari, uma via sem saída, no bairro de Cascadura, Zona Norte, e fugiram. O corpo do garoto ficou totalmente irreconhecível. Durante o trajeto, ele perdeu vários dedos e as pontas dos mesmos, além da cabeça, que não foi totalmente localizada.[1]

A falta de policiais do 9º BPM (Rocha Miranda) nas ruas facilitou a fuga. Nesse percurso, os bandidos trafegaram pelas ruas João Vicente, Agostinho Barbalho, Dona Klara, Domingos Lopes, avenida Ernani Cardoso, Cerqueira Daltro, Florentina, entre outras. No trajeto, passaram em frente ao Quartel de Bombeiros de Campinho, por um quartel do Exército e pelo Fórum de Cascadura, mas não cruzaram com nenhuma viatura da polícia. Os criminosos passaram também, diante a dois bares, um na esquina das ruas Cândido Bastos com a Silva Gomes e outro na rua Barbosa com a Florentina. As pessoas que ali estavam apavoraram-se com a cena e começaram a gritar.

Um bacharel em Direito, Diógenes Alexandre, 24 anos, morador das proximidades, estava no bar da esquina das ruas Cândido Bastos com a Silva Gomes, e viu quando os bandidos passaram arrastando o corpo do menino. Segundo ele, os bandidos chegaram a parar o carro. Neste momento, a princípio, algumas pessoas pensaram que eles arrastavam um boneco. Mas ele e o dono do bar, viram que era uma criança, pois perceberam o sangue na lataria do carro. "Eram três homens que estavam no carro, tinha um sentado no banco traseiro, que ainda olhou para trás quando nós gritamos, mas eles aceleraram e passaram por um quebra-mola em alta velocidade e o corpo foi batendo no asfalto", contou.

Demonstrando serem conhecedores da área, os assaltantes abandonaram o carro ao final da rua Caiari, próximo à escadaria que dá acesso à Praça Três Lagoas. Certos de que não seriam presos, estacionaram e fecharam o carro antes da fuga. Segundo testemunhas, os bandidos desceram as escadas calmamente. O bacharel em Direito disse que, ao se aproximar do carro, teve certeza de que era o corpo de uma criança. Ele e dois amigos seguiram o carro. "O barulho parecia ser de um papelão sendo arrastado", afirmou. Após assistir a cena, Diógenes ficou 10 minutos em estado de choque. "Não tive nenhuma ação, só depois é que lembrei de ligar para a polícia e já era 21h40. Aí ouvi as pessoas falando que havia partes do crânio do menino na rua Cerqueira Daltro e que eles pararam em um sinal, pouco antes do viaduto de Cascadura, onde várias pessoas correram para avisar, chegaram a bater no carro, mas eles continuaram o trajeto, piscando os faróis", disse. Pelo celular avisou à polícia. Pouco depois, a rua foi tomada por policiais.

Durante parte do trajeto, os bandidos foram seguidos por um motociclista que presenciou o momento do roubo. Ele levou os policiais até a rua Cerqueira Daltro, próximo a um supermercado. Ali estavam parte da cabeça da vítima e massa encefálica, que foram recolhidas e colocadas em um saco plástico.

O crime mobilizou policiais de três delegacias e do 9º Batalhão da PM (Rocha Miranda, no subúrbio). O delegado do 30º DP (Marechal Hermes) Hércules Pires do Nascimento pediu ajuda à população para localizar os bandidos. O Disque-Denúncia começou a receber telefonemas e ofereceu, de início, uma recompensa de 2 mil reais, que posteriormente subiu para 4 mil reais, por informações que identificassem os envolvidos.

Dezoito horas após o assalto, e diante da forte repercussão nos noticiários que o caso teve na opinião pública, a Polícia Militar começou as prisões dos envolvidos, prendendo o primeiro: Diego. Este reconhecido pelo pai, o porteiro Kuelginaldo, que foi localizado por meio de denúncia anônima e se comprometeu a colaborar indo à delegacia e um menor com a idade de 16 anos. Eles confessaram o crime, segundo a polícia. De acordo com as investigações, Diego Nascimento da Silva, de 18 anos, ocupou o banco do carona na fuga; Carlos Eduardo Toledo Lima, de 23 anos, foi o condutor do automóvel; e o menor de 16 anos, que foi o responsável por render a mãe de João Hélio e ocupar o banco de trás do veículo Corsa prata roubado de Rosa Cristina Fernandes. Um outro homem, Tiago, chegou a ser preso, mas foi liberado em seguida por não ter sido comprovada a sua ligação com o caso.

No dia seguinte, a polícia pediu a prisão de mais dois suspeitos da morte do menino arrastado. Um dos suspeitos, o condutor do veículo, Carlos Eduardo, é irmão do menor de idade, já detido. À noite, a polícia prendeu novamente Tiago de Abreu Mattos, de 19 anos, o quarto suspeito de ter participado da tentativa de assalto. Segundo a polícia, ele juntamente com mais um quinto elemento, Carlos Roberto da Silva, de 21 anos, levaram os bandidos até o local do assalto, ambos estariam no táxi, que pertencia ao pai de Tiago, utilizado para levar a quadrilha até o local e dar cobertura à fuga.

Carlos Eduardo Toledo Lima ainda estava foragido, mas foi preso horas depois. Os cinco acusados tiveram a prisão temporária decretada até 10 de março de 2007.

Testemunhas afirmaram que o carro trafegava em ziguezague e passava perto dos postes na tentativa de se livrar do corpo do menino, informou o delegado. O menor envolvido, confessou ter utilizado revólver de plástico (falso) para realizar o assalto, versão esta, discordada por Rosa Fernandes ao relatar que os bandidos, ao baterem no vidro do automóvel com as armas, produziu um ruído característico de metal em vidro.

Diego Nascimento da Silva, Carlos Eduardo Toledo Lima, Carlos Roberto da Silva e Tiago de Abreu Mattos foram ouvidos na 1ª Vara Criminal de Madureira, no subúrbio do Rio.

O comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Ângelo, confirmou, em entrevista à Rádio CBN, que não havia policiais no local do assalto. Ele reconheceu a necessidade de reforço do policiamento. Ubiratan classificou o crime como trágico e contou que o agente que foi ao local começou a chorar e não conseguiu passar a ocorrência.

Caso João Hélio

ASSASSINO DE JOÃO HÉLIO VAI PRA SUIÇA (VERGONHA)

Após cumprir pena, assassino de João Hélio ganha proteção do Estado


O ASSASSINO DE JOÃO HÉLIO ESTÁ SOLTO E SOB PROTEÇÃO. DEVE GANHAR UMA GRANA TAMBÉM. SOMOS REFÉNS DO PROGRESSISMO HOMICIDA


Um dos assassinos de João Hélio é solto e participa de programa de proteção a menores

Fotos dos assassinos MESTIÇOS








Corpo do garoto ao lado do carro
 
Old February 15th, 2011 #87
Jonas Hoffmann
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Jonas Hoffmann
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Ahhhrrgg...

Não sei que me frustra mais se é um preto macaco ladrão assassinando brancos ou brancos defedendo esses pretos selvagens fedorento e sujo.
Não é de hoje que eu venho falando que NEGROS possuem caracteristicas tribais e primitivas. Eles costumas ser agressivos com as mulheres, principalmente com as brancas que eles devem achar as princesinhas. Se alguém parar pra pesquisar um pouco da historias desses animais na selva, logo perceberia uma fato historico que eles trazem consigo até os dias de hoje.

O caso da Elizabeth é mais chocante. Caramba, como pode 5, isso mesmo, 5 pretos assassina-la covardemente?

Aí no final das contas eu sou sempre o RACISTA intolerante. E os PRETOS são sempre as vitimas da sociedade racista.
__________________
"Não há preto nas cores do Zenit"

"Apenas o chicote poderá civilizar o NEGRO" - Ten. do Rei Leopoldo II
 
Old February 15th, 2011 #88
Lusi
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Filhos da ****, a cada dia a minha raiva e o meu ódio aumentam só der ver estas coisas, eu dava-lhes um tratamento que eles haviam de ver, sou um gajo frio, não tenho quaisquer sentimentos. Eles levavam uma semana de tortura que haviam de ver.
__________________
Consciência e Realidade = O Essencial
 
Old February 15th, 2011 #89
Nikolas Försberg
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O caso Holy Quick

Tinha 16 anos de idade quando foi estuprada, torturada, mulitada e assasinada por um preto.
Detalhes

O Caso Mark Gaudin
Assasinado por por pretos por causa de 6 dolares.



Macacos que mataram Mark


Detalhes

O casdo da pequena Madelyn


O caso Cristina

Detalhes
Cristina foi estuprada, estrangulada e assassinada por um imigrante não-branco.

O Caso Emily Rimel


Emily Rimel



Emily tinha 5 anos de idade quando foi estuprada, sequestrada, asfixiada até a morte, decapitada e teve a cabeça levada pelo assassino preto como troféu.

Mais detalhes.

Emily Rimel brutalmente assassinada

Foto do criolo Lindsey Bruce que matou Emily Rimel


O caso Amanda (lêiam no link)


O caso Laura Disckson


Laura Disckson, tinha 22 anos, e na noite de Natal foi estuprada e morta por um criolo.

Laura Dickson

No tópico In memory of the victims of the undeclared war on our people do Stormfront existem muito mais casos como os que eu citei aqui no Wake Up.

Eu volto a insistir que todos possam acessar os tópicos Wake Up e o [URL="http://www.stormfront.org/forum/t360077/"] e divulguem os materiais de ambos os tópicos.

Violência Negra contra Brancos
pelo Dr. William Pierce


Todo mundo tem ouvido sobre os três adolescentes Brancos em Michigan que saltaram um trem de carga, acidentalmente foram parar em um bairro negro na cidade de Flint, e foram atacados por uma gangue de Negros enquanto tentavam achar um telefone para poder ligar para seus pais. Os negros espancaram e roubaram todos os três adolescentes brancos, desnudaram e estupraram a menina branca, e então atiraram em todos os três jovens Brancos na cabeça, no estilo 'execução', deixando-os como mortos. Um deles, um menino de 14 anos, de fato morreu de seu ferimento à bala. Os outros dois, um menino de 15 anos e a menina de 14 anos que foi espancada, despida e estuprada, se fingiu de morta depois de ter sido baleada, e eventualmente eles escaparam.

Tudo isso aconteceu em Julho passado, e de início, eu não tinha planejado dizer nada sobre isso. Afinal, é o tipo de coisa que acontece toda hora nesta maravilhosa, multicultural América em que nós vivemos. Todos entendemos isso e aceitamos isso, portanto não me parece um assunto muito promissor. De fato, eu fiquei surpreso pela quantidade de cobertura da mídia que o crime recebeu. Nem de longe uma cobertura tão imensa como seria se um grupo de brancos tivesse atacado três jovens pretos, é lógico, mas ainda assim foi muito mais cobertura do que esses crimes Negro-contra-Branco normalmente recebem da mídia controlada. Eu acho que o que pegou a atenção da mídia nesse caso foi o fato de que foram 3 vítimas. Se fosse apenas uma menina branca sendo estuprada por um grupo ou um menino branco assassinado, teria recebido apenas uma notícia momentária e estritamente local .

Mais do que isso, no entanto, foi a maneira na qual o crime aconteceu: é o tipo de coisa que a maioria dos Brancos Americanos -- certamente aqueles que vivem em cidades grandes e dirigem para o trabalho todos os dias -- tem pesadelos: acidentalmente tomar a saída da estrada errada enquanto voltando para casa, e acabar num bairro negro. Essa cena de pesadelo foi o elemento chave no filme e best-seller de Tom Wolfe, Fogueira das Vaidades.

Eu não tinha intenção de comentar esse crime racial até que alguém me mandou uma reportagem sobre isso da edição da revista Time de 21 de julho. A primeira coisa que prendeu minha atenção nesse artigo da Time foi a manchete: Dizia: "... três adolescentes brancos foram alegadamente assaltados por um grupo de jovens negros". "Alegadamente". Eu imagino que é razoável usar essa palavra ao se referir sobre um suspeito específico, que, antes de seu julgamento e condenação, somente se "alega" ser culpado. Neste caso, no entanto, não havia nenhuma dúvida de que um ataque tinha ocorrido. Havia três adolescentes brancos com balas nas suas cabeças, um deles morto, e uma delas estuprada, e os tiros e o estupro ocorreram em uma área totalmente negra. Não havia questão sobre a raça dos atacantes. O uso da palavra "alegadamente" na história da Time claramente era uma indicação de seu desejo de não aceitar os fatos ‘Politicamente Incorretos’ do crime Negro-contra-Branco, e isso determinou o tom do artigo inteiro.


Suponha que os atacantes fossem Brancos e as vítimas Negras. Você acredita que a Time teria usado a palavra "alegadamente"?

Outras coisas na história da Time também chamaram minha atenção. As três vítimas brancas são, em muitas maneiras, típicas dos piores elementos da sociedade Branca de hoje. Eles são o tipo que usam bonés de baseball para trás, com calças extra-largas e perambulam pelos shoppings com nada mais útil para fazer do que trocar cartões com fotos de jogadores Negros de basquete. Tudo o que eles sabem eles aprenderam assistindo televisão: a maioria da vezes, MTV. E seus pais parecem não ser melhores. Seus pais certamente nada fizeram para prepará-los para a vida na América multicultural. As crianças não tinham idéia do perigo em que eles estavam quando eles saíram do trem em um bairro Negro. Seus pais "Politicamente Corretos" nunca os alertaram.

A parte mais nauseante da história da Time é a revelação de que a mãe do menino Branco assassinado tinha outros dois filhos – de dois pais Negros. A Time considera isso irônico: que esta boa mãe, que tentou tão duramente ser uma verdadeira multiculturalista, uma verdadeira Clintonista, e manteve seu filho livre de qualquer senso de sua Brancura, perdeu-o para um grupo de jovens Negros marginais.

Eu me recordo de Nicole Brown Simpson, cujos pais nunca alertaram-na também sobre Negros – que, de fato, parecem ser orgulhosos de que eles a criaram sem qualquer senso de identidade racial. Se somente todas as vítimas Brancas da selvageria Negra que são estupradas e assassinadas neste país a cada ano pudessem ser somente aquelas que estão perdidas sem reparo para nossa raça!

Infelizmente, este não é o caso. É deprimente contemplar a situação dos Brancos Norte-Americanos hoje. E não cria benefício nenhum agora enfurecer-se com a sua falta de coragem ou sua falta de entendimento ou até mesmo prometer a nós mesmos que quando a revolução vier nós vamos tostar cada um que esteja conectado com a revista Time sobre uma fogueira. Nós nunca teremos uma chance de construir tal fogueira e queimar cada um dos enganadores e traidores de nosso povo a menos que nós sejamos capazes de ajudar os Norte Americanos Brancos a melhorarem a sua situação primeiro. E nós sempre acreditamos que saber a verdade, saber os fatos, é a maneira para qualquer um começar a melhorar a sua situação. Portanto vamos dar uma olhada em alguns fatos: alguns fatos raciais.

E não vamos começar em alguma localidade desconhecida e pequena como Flint, Michigan, mas ao invés disso, no local de show nacional do Clintonismo e multiculturalismo, o centro mundial da diversidade e da ação afirmativa: Washington DC. Eu nunca estive em Flint, mas eu vivi em Washington por 18 anos. Eu ainda tenho o mau cheiro do lugar em minhas narinas. Washington é 70 por cento Negra. Alguns de seus habitantes gostam de se referir a ela como "cidade Chocolate". Alguns Brancos nos subúrbios a chamam de "Cidade Zoológico". Uma das razões porque há tantos Negros em Washington é de que lá é o ponto zero, o epicentro, para igualdade e Nova Ordem Mundial. É uma cidade boa para eles, com bastante trocados e benefícios. Em primeiro lugar, o governo Federal subsidia a operação da cidade com cerca de 1 milhão de dólares por dia, porque ele não pode permitir que a capital da nação afunde para a selva e comece a parecer como Kinshasa ou Port-au-Prince. Em outras palavras, nós, pagadores de impostos por todo o país estamos pagando para a manutenção do lugar. O governo da cidade de Washington é quase inteiramente Negro, com oficiais escolares Negros, um prefeito Negro, e por daí em diante. As escolas da cidade estão preenchidas por um time de professores Negros e diretores Negros: todos os tipos de modelos para jovens Negros. Além disso, o governo Federal, que é de longe o maior empregador na área, é pesadamente lotado com empregados Negros. Há uma abundância em empregos não preenchidos com altos salários e muitos benefícios. E acima de tudo isso, o ‘welfare’ (cheque do governo para quem não tem emprego) é bom em Washington. Ajuda é facilmente disponível para qualquer um, porque o governo não quer pessoas dormindo em caixas vazias na calçada em frente à Casa Branca. Dá uma má impressão a turistas estrangeiros.

Portanto, de qualquer maneira, com toda essa benevolência e atenção especial do Grande Pai Branco, talvez você esperasse que nossos irmãos "coloreds" em Washington estivessem em seu melhor comportamento. Talvez você esperasse que eles quisessem provar ao mundo que eles são realmente nossos iguais. Bem, a verdade nessa matéria é que eles se comportam em Washington da mesma maneira que eles se comportam em Flint – ou Kinshasa e Port-au-Prince. Cinquenta por cento dos homens Negros no distrito de Colúmbia entre as idades de 18 e 35 anos estão atualmente embaraçados com o sistema de Justiça Criminal. Isto é, eles estão na cadeia, eles estão detidos esperando julgamento em acusações criminosas, há um mandado de prisão para eles e a polícia está tentando achá-los ou eles estão em liberdade condicional ou provação antes de serem condenados por uma ofensa criminal. Cinquenta por cento. Um em cada dois.

E isso não inclui aqueles que foram formalmente enquadrados no sistema de Justiça Criminal: isto é, aqueles que já serviram suas sentenças por uma ofensa criminal e não estão mais em período de provação – como o prefeito, Marion Barry, por exemplo, que foi condenado numa acusação de uso de crack e cocaína e terminou a sua pena há vários anos atrás. A figura dos cinquenta por cento que eu acabei de lhes dar vem de um estudo do problema do crime em Washington que foi publicado no Washington Post em 26 de agosto de 1997.

Eu não tenho uma figura exata para aqueles, que como o prefeito, são ex-criminosos sem acusações atuais contra eles. É razoável dizer, portanto, que a maioria dos homens negros entre a idade de 18 e 35 anos que você irá encontrar nas ruas de Washington D.C. são criminosos, com acusações correntes contra eles ou com registros criminosos anteriores. Você entra no bairro errado em Washington – que é qualquer bairro fora da área fortemente policiada do Governo, ou na área Branca na parte noroeste da cidade – e você está garantido a terminar como aqueles ingênuos adolescentes Brancos em Michigan, cujos pais nunca os avisaram que Negros realmente não são o mesmo que os Brancos.

A maioria das pessoas Brancas que passam qualquer quantia de tempo em Washington – e estes são na maioria empregados Brancos do governo Federal – não são ingênuos. Eles alertam uns aos outros sobre a realidade de viver e trabalhar em Washington. É claro, os alertas são usualmente dados de uma maneira furtiva, sem falar, na verdade, sobre raça. Palavras-código são usadas, porque os Brancos em Washington são no mínimo tão "Politicamente Corretos" quanto os Brancos no resto do país. Eles se sentem obrigados a manter o fingimento de que eles acreditam na igualdade, que eles acreditam que Negros não são mais perigosos ou inclinados ao comportamento criminoso do que qualquer outro. Eles querem que você saiba que eles acreditam que se um bairro é perigoso, isso é somente por causa da pobreza. Isto certamente nada tem a ver com raça. Crime é um problema econômico, não um problema racial, eles lhe dirão.

Eles se sentem obrigados a manter essa falsidade, mas eles também querem continuar vivos. Portanto eles usam palavras-código e frases-código para alertar uns aos outros. E então, de vez em quando a verdade acaba aparecendo em um dos principais órgãos do "Politicamente Correto", tais como o Washington Post.

Há outras pistas para as fundamentais e profundas diferenças entre Negros e Brancos além da vastamente maior criminalidade dos Negros. Há as diferenças inatas em inteligência, em habilidade de resolver problemas. Eu tenho falado sobre estas diferenças intelectuais em outros programas. Novamente, como a criminalidade, a diferença na inteligência é algo que é vastamente reconhecido por Brancos educados e com conhecimento, mas é raramente discutida, porque é "Politicamente incorreto" fazer isso.

Padrões ocupacionais nos dão outra pista. Originalmente, praticamente todos os Negros na América do Norte estavam engajados no trabalho rural – por necessidade mais do que por escolha, é claro. Eles eram escravos nas plantações. Depois da abolição da escravidão, muitos Negros inicialmente permaneceram no trabalho na agricultura, alguns partilhando colheitas e outros com pequenas fazendas. Em qualquer caso, a porcentagem de negros engajada no trabalho nas fazendas era maior do que a porcentagem de Brancos. Nos últimos 130 anos, no entanto, esta situação mudou radicalmente. A mudança foi especialmente rápida desde a Segunda Guerra Mundial, mas ela realmente começou quando os programas de ‘welfare’ (cheque do bem-estar social) do governo se tornaram disponíveis de maneira geral. Hoje Negros constituem 13 por cento da população total dos Estados Unidos, mas menos de 1 por cento dos fazendeiros. Menos de um por cento!

Tanto Brancos quanto Negros tem se mudado das fazendas para as cidades desde a Guerra Civil, mas proporcionalmente Negros tem se aglomerado nas cidades muito mais do que Brancos. Por quê isso? Isso pode ser culpado no racismo Branco? Ou isso tem alguma coisa a ver com as exigências dos fazendeiros em geral, exigências inerentes à natureza do trabalho? Eu quero dizer, quanto crack e cocaína você pode fumar ou injetar e ainda manter a plantação semeada e colhida no tempo certo?

Eu estou certo de que se a revista Time fizesse qualquer artigo sobre o desaparecimento dos fazendeiros Negros nos Estados Unidos, eles iriam culpar isso no racismo Branco. E eu devo admitir, eu não passei muito tempo tentando analisar este problema particular. Eu apenas fui golpeado pela própria estatística – menos de um por cento dos fazendeiros nos Estados Unidos são Negros – sem levar um grande projeto de pesquisa para descobrir o porquê disso. Para mim, isto é apenas outra pista de que Negros e Brancos são realmente diferentes. As estatísticas sobre a raça dos Fazendeiros nos Estados Unidos, a propósito, estão disponíveis no Departamento de Agricultura em Washington. Se há uma coisa que nosso governo sabe fazer, é coletar estatísticas: estatísticas sobre emprego assim como estatísticas criminais.

Gente Branca deve prestar mais atenção a estas estatísticas – a estes fatos raciais – e menos atenção ao pessoal na revista Time e em toda parte, que tentam nos persuadir que estas estatísticas não significam nada, porque nós somos realmente os mesmos, todos iguais. A Time quer nos fazer acreditar que nós não devemos alertar nossas crianças para ficar longe de Negros e não andar em bairros Negros. A Time quer nos fazer acreditar que os pais de Nicole Brown criaram-na corretamente quando eles deixaram-na sair com jogadores Negros de futebol quando ela era adolescente. A Time quer nos fazer acreditar que a mãe do menino Branco de 14 anos que foi assassinado em Flint se comportou admiravelmente tendo duas crianças de pais Negros, além do filho branco dela, agora morto. Este tipo de comportamento provê o ambiente diverso, multicultural no nosso lar, que todos nós precisamos para crescer sem tendência racial, a Time sugere

Algumas vezes eu fico tão enfurecido com estes pais Brancos "politicamente corretos" , que mandam suas crianças para este mundo de selva em que nós vivemos sem qualquer conhecimento do que eles necessitam para sobreviver – quanto eu fico com o pessoal na revista Time, que determina o tom ideológico para estes pais. A diferença é que o pessoal que é dono da revista Time, da MTV, do New York Times e do Washington Post, e do resto da mídia que determina a moda, espalham seu veneno deliberadamente, com malícia planejada. Eles são na maioria Judeus, trabalhando em conjunto. Seu objetivo é o total desarmamento moral dos Brancos Americanos. Eles querem fazer com que seja impossível que nós nos defendamos racialmente. Não há questão sobre o que precisa ser feito com eles.

Eu tento ser mais compreensivo com os pais Brancos que querem acompanhar a moda, que seguem a linha Judaica da mídia. Afinal, a maioria do nosso povo nasce com uma necessidade inata de acompanhar os outros, de ser ‘da moda’ , e sem senso de discriminação para serem capazes de distinguir modas saudáveis de modas doentias. Não é ruim que pessoas sintam uma necessidade de serem "da moda" e acompanharem os demais. É uma parte da personalidade feminina, que nós todos , homens e mulheres, nascemos. O que é um problema é que nesta era este espírito feminino não está equilibrado com um espírito masculino que discrimina entre o que é saudável e o que é doentio, entre o que é benéfico para nosso povo e o que é hostil. Nesta era o espírito feminino está ascendente, e é um espírito que nos diz que não devemos resistir àqueles que querem nos destruir. É um espírito que no caso de um conflito racial nos diz para nos entregar, para nos render, para nós virarmos nossas costas e expor nossas gargantas a nossos inimigos na esperança de que eles nos poupem.

A linha feminina, de estar na moda, que estes pais tem aprendido da mídia Judaica é a de que nós estamos vivendo em um mundo que está se tornando cada vez menos Branco, que em breve a raça Branca se tornará uma minoria até mesmo nos Estados Unidos, e que ao invés de fazer tudo o que for necessário para reverter esta situação e permanecermos donos de nossa própria terra, nós deveríamos tentar nos conformar e acomodar a esta realidade; nós deveríamos tentar nos fazer simpáticos com os não-Brancos na esperança de que eles irão nos tolerar. Alguns desses pais efeminados, conscientes da moda, vão tão longe a ponto de dar boas-vindas a miscigenação; se nós nos cruzarmos com os descendentes de nossos escravos, estes pais pensam, então certamente eles vão nos perdoar por nossa Brancura e vão nos deixar viver. E então eles preenchem as cabeças de suas próprias crianças com estas idéias venenosas e então as mandam para a selva lá fora, da maneira que os pais de Nicole Brown Simpson fizeram e da maneira que os pais daquelas três crianças Brancas em Michigan fizeram.

Eu tento não ficar furioso com tolos e otários, e ao invés disso, guardar minha fúria para aqueles que são conscientemente malignos. A longo prazo sua tolice será sua própria punição, mas enquanto isso, vai nos tirar um número considerável de pessoas jovens inocentes também.

Mais artigos na página em português da National Alliance.

Duas crianças assasinadas brutalmente por um preto


Foto do preto


Detalhes

Estuprada e morta por um não-branco
 
Old February 15th, 2011 #90
gislei cesar
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Eu trabalho direto com o publico e minha orientação è a não relação interracial por [N] motivos.
Quanto aos negros ,pardos,não exitaria em momento algum em (sentar o aço).Sem remorso.
Aos wigger ... lamentável !!
Aos bebes brancos minha vingança!!


 
Old February 16th, 2011 #91
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Eu trabalho direto com o publico e minha orientação è a não relação interracial por [N] motivos.
Relações interraciais são crimes raciais, todo (a) criminoso (a) racial merece ser enforcado (a).

Quote:
Quanto aos negros ,pardos,não exitaria em momento algum em (sentar o aço).Sem remorso.
Olha, eu gostei disso.



Quote:
Aos wigger ... lamentável !!
Sim, é algo repugnante.

Quote:
Aos bebes brancos minha vingança!!
Acho que tu quer dizer que PELOS BEBES brancos a sua vingança, né?
Da forma que escreveu parece que tu quer se vingar dos bebes brancos.
 
Old February 16th, 2011 #92
Lusi
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http://www.jn.pt/PaginaInicial/Media...ent_id=1785239
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Old February 16th, 2011 #93
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Eu recebi um link falando disso ontem mas eu não sabia que tratava-se de 200 estupradores.
Pelo que eu vejo eram 200 não-brancos...

Será que não temos exemplos suficientes para que os/as brancos (as) caiam na real que os não-brancos NÃO são nossos amigos, colegas e nem fazem parte da nossa sociedade?

Quote:
Não há, absolutamente, moral, honra ou nobreza nenhuma, por parte das outras raças para conosco. Na verdade tudo que elas tem feito, faria qualquer povo ou tribo mentalmente saudável livrar-se desse mal de uma vez por todas, cortando-o pela raiz. A única contribuição delas para conosco - a criadora de toda a civilização - foi crime, estupro, escravidão financeira, mistura racial, senso de culpa, etc. Ou seja, miséria e decepção.
Então fica aqui mais um exemplo para os brancos...

O caso Lara Logan

Jornalista atacada sexualmente por 200 homens no Cairo

Jornalista norte-americana Lara Logan terá sido sexualmente agredida por uma multidão de cerca de 200 homens, quando fazia reportagem no Cairo. Foi salva por um grupo de mulheres, com ajuda de soldados egípcios.



Esta aqui o seu link como detalhe do caso.

Atacada e violentada por cerca de 200 não-brancos.
 
Old February 16th, 2011 #94
Lusi
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Mas acho que não chegou a ser violada, também vão meter-se no meio dos selvagens, aquilo lá é tudo um bando de fanáticos, é a mesma coisa que uma zebra no meio das hienas.. Já agora qual é o problema em relação aos Punks?? É que eu nunca percebi bem, eu próprio oiço punk.
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Old February 16th, 2011 #95
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Mas acho que não chegou a ser violada, também vão meter-se no meio dos selvagens, aquilo lá é tudo um bando de fanáticos, é a mesma coisa que uma zebra no meio das hienas..
Não sei, sei apenas que ela foi atacada e que a única certeza é de que não foi um chá da tarde... qual seria a motivação de 200 não-brancos atacando uma mulher branca?
Pode até não ter tido a "relação sexual" em sí, mas ela com certeza foi molestada de várias outras formas.

Quote:
Já agora qual é o problema em relação aos Punks?? É que eu nunca percebi bem, eu próprio oiço punk.
Sem entrar em muitos detalhes, desde que não seja anti-branco por mim tanto faz... conhece o movimento Punk Not is Red?
 
Old February 16th, 2011 #96
Ricardo Mendonça
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Nikolas eu percebo onde pretendes chegar com os casos que aqui tens trazido...

No entanto eu não acho que esta seja a direcção que o Wake Up deva tomar...

Quando eu começei este tópico a minha intenção era mostrar uma tendência, um padrão. Mostrar que o mundo está a mudar.

Essa mudança e o assustador perigo que representa para a nossa própria sobrevivência futura só se torna perceptível...ou melhor, torna-se mais fácilmente perceptível, olhando para o problema de uma perspectiva abrangente, a famosa "big picture" ...

Por isso achei que o primeiro video que trouxe espelhava tão bem o que eu pretendia mostrar, partilhar, discutir...Um padrão...Esse padrão só se torna observável olhando à "big picture"

Por exemplo criminalidade e violência em casais multiraciais...podíamos trazer aqui vinte caso diferentes cada um colocado com todos os detalhes, que mesmo assim o padrão não seria perceptível. É preciso perceber é que isso se repete recorrente e repetidamente por todo o mundo, e em todo o lado onde existem relações desse tipo. Estatísticas, análises comportamentais etc são o tipo de dados que nos permitem ver isso... os números, com a sua frieza não mentem...Pode-se é mentir sobre os números que é outra coisa.

Mas uma vez conhecidos números...aí o caso muda sempre de figura...Sempre ouvi dizer que contra factos não há argumentos.

Vejamos, apenas para concluir, a burrice do negróide relativamente ao resto da espécie humana. Mesmo que aqui trouxéssemos 100 casos flagrantes de burrice de preto, isso por si só nada nos diria...Com esforço poderíamos recolher 200 de estupidez de brancos...uma ida a certos fórums já ajudava a trazer uma boa dúzia, tenho a certeza. Então como ver, nesse caso, que a diferença de capacidades intelectuais entre negros e os outros é algo tranversal a toda a raça e não apenas uma recolha de 100 casos isolados...Não me parece que nesse caso se pudesse afirmar que os requisitos para a validade da amostra face à populção estivessem preenchidos.

O mesmo, penso, se aplica a esta questão da violência do negro, o porquê dos seu comportamento gratuitamente agressivo mesmo para com a companheira...

Fiz sentido? Dá para entender porque é que eu gostaria que o Wake up seguisse noutro rumo que não este de recolha divulgação de casos de polícia...Dá para entender?

Quem é que concorda e quem é que discorda? Qual é a vossa opinião?
 
Old February 17th, 2011 #97
Nikolas Försberg
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Aki, concordo em tudo que disse.
A minha intenção com esses ultimos posts no "Wake Up" é tão somente fazer o registro de alguns eventos, apenas para servir de fonte para consulta para outras pessoas.
A minha intenção no "Wake Up" é a mesma desde o início, eu só usei alguns fatos e argumentações extras - mas dentro do tema - para ilustrar.
Sim, eu fui singular nos fatos enquanto eu deveria ter sido pluralista, mas foi a forma que eu encontrei para poder dar exemplos "próximos".
Como tu mesmo disse as massas acham que isso "não acontece" com elas, acham que isso é só na casa do vizinho e que jamais passará na porta da casa deles... por isso eu usei os exemplos dos ultimos posts.
O avalanche que se você refere é consequência de vários fatos isolados e sem ligação inicial a primeira vista entre eles, depois é que percebe-se que são fatos em cadeia, um consequente do outro, é o caos. É como um castelo de cartas, um "efeito borboleta"...

Sem análisar alguns pequenos fatos é impossível tratar do assunto todo, por isso eu fiz essas citações de casos.
1 centavo não é nada a primeira vista, mas 100 centavos já são 1 dolar... entendeu?

De qualquer forma eu continuarei seguindo a idéia original do "Wake Up", as vezes teremos que fazer uma análise de caso como fizemos... mas o propósito do "Wake Up" é muito maior do que as pequenas citações que eu fiz.

Apenas relembrando, concordo com tudo que tu escreveste no seu post.
 
Old February 17th, 2011 #98
Lusi
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Não sei, sei apenas que ela foi atacada e que a única certeza é de que não foi um chá da tarde... qual seria a motivação de 200 não-brancos atacando uma mulher branca?
Pode até não ter tido a "relação sexual" em sí, mas ela com certeza foi molestada de várias outras formas.



Sem entrar em muitos detalhes, desde que não seja anti-branco por mim tanto faz... conhece o movimento Punk Not is Red?
Não não conheço, punk só oiço Mata-Ratos e Garotes Podres.

E pelos vistos ela foi apenas molestada.
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Old February 17th, 2011 #99
Nikolas Försberg
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E pelos vistos ela foi apenas molestada.
Tu diz que ela foi "apenas molestada"?
Tem noção do que significa "apenas molestada"?
O "apenas" mudo tudou, só que não para melhor, e sim para pior a situação...
Tente imaginar o que são 200 homens "apenas moletando" uma mulher...
Nesse caso, imagine o que são 200 vagabundos NÃO-BRANCOS "apenas molestado" uma mulher BRANCA...
Mesmo que fosse um único molestador isso jamais seria classificado como "apenas"...
Me desculpe, eu acredito que não foi sua intenção chamar uma coisa por outro nome diminuindo a potencialidade ofensiva da situação mostrada quando você disse "apenas", mas isso é algo grave e jamais será classificado como "apenas".
 
Old February 17th, 2011 #100
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Voçês brasileiros e as palavras.
Eu quando disse "apenas molestada", referia-me a que ela tinha sofrido uns apalpões e outras coisas, mas que não chegou a haver agressão sexual, queres que te faça um desenho, para perceberes.
Penetração vaginal, sexo oral, ainda queres que ponha aqui uma imagem.
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