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Old October 16th, 2018 #1
Lutador Branco
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Lutador Branco
Default Com a palavra sobre o Brasil e Mundo, David Duke

O Camarada David Duke avalia a situação política, Brasileira e Mundial.

A minha avaliação é muito similar.

"BBC News

'Ele soa como nós': ex-líder da Ku Klux Klan elogia Bolsonaro, mas critica proximidade com Israel

Ku Klux Klan defende a superioridade dos descendentes de europeus sobre negros e judeus

Rosto mais conhecido da Ku Klux Klan (KKK) nos Estados Unidos, o historiador americano David Duke fez um raro comentário sobre a política brasileira no programa de rádio que comanda.

"Ele soa como nós. E também é um candidato muito forte. É um nacionalista", disse o ex-líder da KKK sobre Jair Bolsonaro.

"Ele é totalmente um descendente europeu. Ele se parece com qualquer homem branco nos EUA, em Portugal, Espanha ou Alemanha e França. E ele está falando sobre o desastre demográfico que existe no Brasil e a enorme criminalidade que existe ali, como por exemplo nos bairros negros do Rio de Janeiro", afirmou Duke - que frequentemente classifica o prêmio Nobel da Paz sul-africano Nelson Mandela como um "terrorista".

O historiador, conhecido por defender a supremacia branca e por até negar o Holocausto, também fez ressalvas à proximidade do candidato brasileiro com Israel, comparando o que classifica como "estratégia" de Bolsonaro à que teria sido adotada por Donald Trump, na visão dele.

Procurada por telefone e email na noite desta segunda-feira, a campanha de Jair Bolsonaro não comentou as declarações do ex-líder da KKK (a reportagem será atualizada caso a campanha se pronuncie sobre o caso). O candidato tem refutado acusações de que seja racista, homofóbico e misógino.

David Duke é conhecido por defender a supremacia branca e negar o Holocausto

A Ku Klux Klan está presente na história americana desde o século 19. Defende a superioridade dos descendentes de europeus sobre negros e judeus e foi responsável por atos de terrorismo e linchamentos em comunidades formadas por negros nos EUA.

Um dos organizadores dos protestos em defesa da supremacia branca em Charlottesville, no ano passado, e cabo eleitoral de Donald Trump entre membros da extrema-direita americana (o presidente diz que não o conhece pessoalmente e que rejeita o apoio), Duke apontou Bolsonaro como parte de um fenômeno nacionalista global, mas fez ressalvas sobre sua proximidade com judeus, a quem acusou de promoverem uma "lavagem cerebral no mundo".

"Ele vai fazer coisas a favor de Israel, e acredito que ele esteja tentando adotar a mesma estratégia que Trump: acho que Trump sabe que o poder judaico está levando a América ao desastre, levando a Europa e o mundo ao desastre. Então, o que ele está tentando fazer é ser positivo em relação aos judeus nacionalistas em Israel como uma maneira de obter apoio", disse o americano.

'O incrível Bolsonaro'
Diferentemente de Duke, Bolsonaro mantém em sua vida política uma postura de proximidade com a comunidade judaica e a defesa do Estado de Israel.

Há dois anos, enquanto o Senado votava o impeachment de Dilma Rousseff, o capitão brasileiro foi batizado nas águas do rio Jordão. Durante a campanha eleitoral, o candidato reforçou o elo com o país e promete expandir relações políticas, culturais e comerciais se eleito.

"Minha primeira viagem como presidente será para Israel", disse Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook, no último domingo.

Como Bolsonaro, Trump é um defensor do Estado de Israel e apoia um alinhamento político com o país - ele fez sua segunda viagem internacional como presidente ao estado judeu, em maio do ano passado.

Na publicação sobre o programa de rádio em seu site pessoal, o americano se referiu ao brasileiro como "o incrível Bolsonaro". Na última segunda-feira, Duke compartilhou um vídeo com legendas em inglês em que o capitão reformado discursa "contra a degradação da família" e a "desconstrução da heteronormatividade".

Assim como a campanha de Bolsonaro, Duke também não respondeu aos pedidos de comentários enviados pela BBC News Brasil.

"A verdade é que os movimentos nacionalistas, que são basicamente pró-europeus, estão definitivamente varrendo o planeta. Mesmo em um país que você jamais imaginaria", afirmou Duke em referência à ascensão de Bolsonaro, que aparece com 59% das intenções de voto no segundo turno, segundo o Ibope (Fernando Haddad, do PT, tem 41%).

Dias antes do comentário de Duke, a agência internacional de notícias judaicas JTA classificou Bolsonaro como um "candidato extremamente pró-Israel que divide a comunidade judaica por sua retórica racista e homofóbica", ressaltando que o político "conta com o apoio apaixonado de grande parte dos judeus" no Brasil.

No ano passado, em palestra no clube judaico Hebraica, no Rio de Janeiro, Bolsonaro fez críticas a quilombolas e afirmou que "o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas, não fazem nada, eu acho que nem pra procriador servem mais". A fala foi aplaudida por parte dos presentes, mas depois recebeu críticas de lideranças judaicas.

À JTA, na semana passada, o cônsul honorário de Israel no Rio de Janeiro, Osias Wurman, disse que Bolsonaro "se destacou entre os muitos candidatos por incluir o Estado de Israel em seus discursos principais de campanha".

"Ele é um apaixonado pelo povo do Estado de Israel", continuou Wurman.

Do Partido Nazista a 'BlacKkKlansman'
Nos anos 1960, antes de se juntar à KKK, David Duke foi membro do extinto "Partido Nazista da América", depois renomeado para Partido Nacional Socialista das Pessoas Brancas.

A liderança de Duke no Klan começou em 1974 e foi retratada no no filme BlacKkKlansman ("Infiltrado na Klan", em português), que narra a história de um policial negro que se infiltrou na Ku Klux Klan no Colorado, em 1978, e foi lançado pelo cineasta Spike Lee em agosto. O filme foi o vencedor do Grande Prêmio do Júri do festival de Cannes de 2018.

A produção mostra como Duke, então líder nacional da organização supremacista, foi enganado pelo policial Ron Stallworth, que fingiu ser branco com a ajuda de um colega e conseguiu se tornar membro oficial da KKK.

Stallworth, que escreveu o livro que deu origem ao filme e chegou a ser designado como guarda-costas de Duke, conta que conversava com supremacista branco por telefone.

"Um dia ele me disse que era capaz de reconhecer um negro pelo telefone, porque eles falavam diferente. E me disse que, por exemplo, sabia que eu era um homem branco. Dei muitas gargalhadas depois."

Depois de sair da KKK, Duke foi congressista pelo Estado da Luisiana entre 1989 e 1992 e se candidatou, sem sucesso, a uma série de cargos nos anos 1990, incluindo senador e governador.

Em 2002, ele foi preso por um ano após de confessar que enganou apoiadores em troca de apoio financeiro e sonegou impostos.

Autor de três livros sobre o que classifica como "supremacia judaica" e defensor de teses contestadas, como a que sugere que negros seriam mais violentos e teriam QI inferior aos dos brancos, Duke voltou a ganhar projeção mundial em 2016, quando passou a apoiar a campanha presidencial de Donald Trump.

Após críticas por não se posicionar sobre o cabo eleitoral, Trump afirmou que mantém distância do historiador e se referiu a Duke como "um cara ruim". Duke, por sua vez, continuou a apoiá-lo nas redes sociais e em entrevistas.

No ano passado, o ex-líder da Ku Klux Klan agradeceu aos comentários pouco enfáticos do presidente americano sobre os protestos que liderou em Charlottesville, onde milhares de manifestantes da extrema direita empunharam tochas como as da KKK e fizeram saudações nazistas.

"Trump nos empoderou", afirmou Duke na época, após o presidente americano igualar a violência entre supremacistas brancos e grupos contrários no protesto.

Quando Trump, dias depois, fez críticas mais contundentes aos supremacistas, Duke reagiu. "Foi o voto branco esmagador que o colocou na Casa Branca e ele deveria se lembrar disso.""

Last edited by Lutador Branco; October 16th, 2018 at 11:19 AM.
 
Old October 16th, 2018 #2
arika
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O Bolsonaro vem sendo acusado por vários anos de ser racista mas por causa dessa notícia esse comentário foi postado na página dele: "Recuso qualquer tipo de apoio vindo de grupos supremacistas. Sugiro que, por coerência, apoiem o candidato da esquerda, que adora segregar a sociedade. Explorar isso para influenciar uma eleição no Brasil é uma grande burrice! É desconhecer o povo brasileiro, que é miscigenado." Eu não acho que foi ele quem escreveu ou a pedido dele, mas se for eu não entendo porque se acovardar agora, poderia ter agido da mesma forma que agia quando era acusado de ser racista. Nem mesmo Trump falou algo do tipo quando o alt-right o apoiou. Se esses ataques tivessem algum efeito entre as massas ele não teria sido votado por 49 milhões de pessoas e quase ganhou logo no primeiro turno e provavelmente ganhará no segundo. Esse comentário foi desnecessário mas não se pode esperar muito dos conservadores, eu só vejo eles como um navio quebra-gelo para o nacionalismo branco e agora minar a esquerda progressista é prioridade, são eles que estão destruindo as nações e deformando o caráter e a moral das pessoas, muitos países se tornaram verdadeiras patocracias por causa deles. O liberalismo fica para ser combatido em segundo plano.
 
Old October 16th, 2018 #3
Lutador Branco
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O Bolsonaro vem sendo acusado por vários anos de ser racista mas por causa dessa notícia esse comentário foi postado na página dele: "Recuso qualquer tipo de apoio vindo de grupos supremacistas. Sugiro que, por coerência, apoiem o candidato da esquerda, que adora segregar a sociedade. Explorar isso para influenciar uma eleição no Brasil é uma grande burrice! É desconhecer o povo brasileiro, que é miscigenado." Eu não acho que foi ele quem escreveu ou a pedido dele, mas se for eu não entendo porque se acovardar agora, poderia ter agido da mesma forma que agia quando era acusado de ser racista. Nem mesmo Trump falou algo do tipo quando o alt-right o apoiou. Se esses ataques tivessem algum efeito entre as massas ele não teria sido votado por 49 milhões de pessoas e quase ganhou logo no primeiro turno e provavelmente ganhará no segundo. Esse comentário foi desnecessário mas não se pode esperar muito dos conservadores, eu só vejo eles como um navio quebra-gelo para o nacionalismo branco e agora minar a esquerda progressista é prioridade, são eles que estão destruindo as nações e deformando o caráter e a moral das pessoas, muitos países se tornaram verdadeiras patocracias por causa deles. O liberalismo fica para ser combatido em segundo plano.

Sim, Camarada Arika, eu também desenvolvo meu trabalho no sentido de ter os capitalistas/conservadores como "navio quebra-gelo" para um ataque inicial contra as Organizações da Esquerda, neste momento de nossa História.


Trump e Bolsonaro reagiram de maneira similar ao apoio supremacista, mas eu os compreendo; são décadas de difamação contra nós, e eles têm cautela...ou até um certo...medo.

Mas a imagem original de Trump e Bolsonaro é a mesma, e é com esta imagem que eles subiram ao topo.

De nossa parte, sejamos prudentes, mas ao mesmo tempo, que cada Camarada toque seu projeto.

Estes líderes, Trump e Bolsonaro, chegaram para abrir o caminho para que nós, no futuro a médio prazo, entremos em cena.
 
Old October 16th, 2018 #4
Werner Freitag
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É importante empurrar a Janela de Overton para a direita, e instilar o ódio à esquerda, que, atualmente, é muito mais no sentido dos costumes (feminismo, sodomia, hedonismo, degeneração, etc) do que no sentido econômico da esquerda trabalhista, dos marxistas ortodoxos ou da social-democracia, que seria algo que pudesse ser apoiado por nós.
Tem que aproveitar e espalhar o ódio ao Islã, ao globalismo, ao comunismo, aos gays (na teoria o ódio ao gayzismo muitas vezes leva ao ódio aos gays), aos ateus degenerados, aos libertinos sexuais, etc, promover a cultura europeia, o conhecimento dos gregos e romanos, etc.
Isto é, destruir o marxismo cultural e apoiar a identidade branca implícita, para que possamos depois passarmos à explícita ou manipulá-los, geopoliticamente, ao nosso favor.
 
Old October 16th, 2018 #5
Werner Freitag
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É melhor jair se acostumando!
Bolsonaro 17!
171717171717171717
Neo-Nazistas por Bolsonaro!
 
Old October 16th, 2018 #6
Lutador Branco
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É melhor jair se acostumando!
Bolsonaro 17!
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Neo-Nazistas por Bolsonaro!
Gostei...

E curti também o:

"Location: Banana Republic of Brazil"...
 
Old October 17th, 2018 #7
Werner Freitag
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Gostei...

E curti também o:

"Location: Banana Republic of Brazil"...
Eu ia escrever Banana Huepublic of Brazil ou Banana Ruepublic of Brazil, mas seria forçado demais.
É como uma vez que eu vi alguém escrever "Location: Jewnites Snakes of Kikemurica" daí vc sabe que o sujeito já é espalhafatoso (que Hitler o abençoe) LOL



Eu troquei a minha biografia também, mas não tem como deixar público:
Biography: Neon-Nazi ¯\_(ツ)_/¯ White SuperMacist™





O AA propôs o termo Neon-Nazista para debochar do pessoal antifa. Eu acho bom desarmar esses termos com humor (por humor leia-se "gozação implacável"). E funciona. Não é à toa que ele tem o maior site de 'ódio' da Internet.
Eu inventei uns dias atrás o termo SuperMacista Branco e até criei uma thread sobre isso.
Depois eu raciocinei que "macista" era a pronúncia correta de "racista", e que os maiores macistas eram os SuperMacistas.
Outro carinha do DS me sugeriu isto:
https://en.wikipedia.org/wiki/Maciste
 
Old October 17th, 2018 #8
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Eu ia escrever Banana Huepublic of Brazil ou Banana Ruepublic of Brazil, mas seria forçado demais.
É como uma vez que eu vi alguém escrever "Location: Jewnites Snakes of Kikemurica" daí vc sabe que o sujeito já é espalhafatoso (que Hitler o abençoe) LOL



Eu troquei a minha biografia também, mas não tem como deixar público:
Biography: Neon-Nazi ¯\_(ツ)_/¯ White SuperMacist™





O AA propôs o termo Neon-Nazista para debochar do pessoal antifa. Eu acho bom desarmar esses termos com humor (por humor leia-se "gozação implacável"). E funciona. Não é à toa que ele tem o maior site de 'ódio' da Internet.
Eu inventei uns dias atrás o termo SuperMacista Branco e até criei uma thread sobre isso.
Depois eu raciocinei que "macista" era a pronúncia correta de "racista", e que os maiores macistas eram os SuperMacistas.
Outro carinha do DS me sugeriu isto:
https://en.wikipedia.org/wiki/Maciste
Em tempo:

estes Gifs de Hitler são maravilhosos!
 
Old October 18th, 2018 #9
Werner Freitag
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"Haddad no inferno, Bolsonaro presidente"



LANÇOU! 4ª Nova Propaganda Eleitoral de Bolsonaro. Confira!

Aliás, olha só isso aqui:
Negacionista do Holocausto, que disse que Hitler ‘transformou a Alemanha’, faz campanha para Bolsonaro nas redes

Last edited by Werner Freitag; October 18th, 2018 at 09:09 AM.
 
Old November 27th, 2018 #10
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"A verdade é que os movimentos nacionalistas, que são basicamente pró-europeus (...)."

Na minha visão, o Camarada David Duke define bem, com estas palavras, quem somos nós, ou o Movimento do qual fazemos parte; nacionalistas assim.
 
Old September 10th, 2019 #11
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O nosso Capitão, no fundo, sabe.
Por mais paradoxal que possa parecer - e esta aparência de paradoxo se dá justamente pelas falsas História/Sociologia/Antropologia que a Esquerda Internacional pregou no Brasil -, Bolsonaro foi eleito sim, por milhões de Brasileiros, em larga medida, por sua conduta - parlamentar e como candidato presidencial - autoritária, Branca, militarista, patriota, apoiador da Revolução de 1964, e anti-Esquerda.
O Brasil foi, é, e sempre será Patriarcalista e Personalista, as Instituições aqui pouco importam - ao contrário de Estados Unidos e Reino Unido, por exemplo - e a figura mitológica do Senhor de Engenho é a figura master, a figura central, a figura do topo, ao redor da qual estão os outros personagens, sob seu domínio: Os outros Brancos - seus parentes e agregados, pequenos comerciantes e artesãos, moradores das Vilas - e mais abaixo, os obreiros negros e índios.
Era frequente os Senhores e Sinhás terem amigos negros e índios, isto é fato, mesmo com a crueldade do sistema de trabalho escravagista daquela época, que não foi invenção de Brasileiros.
As Naturais posições sociais/antropológicas eram sadiamente mantidas.
Nem mesmo a Coroa tinha mais moral, efetivo comando e peso no espírito Nacional, e nem inspirava mais respeito e temor do que o Senhor de Engenho.
Este é o fundamento sobre o qual aconteceu a Eleição de Bolsonaro.
Isto também colocou Dom Pedro I como o primeiro Imperador Brasileiro.
Isto colocou Getúlio Vargas no Poder.
Isto permitiu a Revolução de 1964.
Este é o coletivo Nacional Brasileiro; se for indagado a cada eleitor porque votou, ele dirá que foi por várias razões, mas é que este fundamento que citei é tão Natural no Brasil que os Brasileiros não se dão conta.
O contínuo ataque da Esquerda Internacional foi tão medonho que esta ordem sadia foi rompida, e aconteceu tudo aquilo que vimos após o Regime Militar.
E aqui entra a atual Revolução Nacionalista: Bolsonaro apenas começou a fazer a ordem Natural voltar, mas ele deve pensar duas vezes antes de fraquejar e antes de preferir não manter a sua palavra original, porque senão outros vão chegar e vão fazer o que ele deixar de fazer.

Last edited by Lutador Branco; September 10th, 2019 at 01:54 PM.
 
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